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Aula de matemática incentiva os alunos a aprenderem na prática

Na atividade, os alunos deveriam acertaram as quantidades conforme os numerais do jogo
04/10/2018 13:17

A Matemática está presente em diversas situações. De contornos, formas dos objetos, medidas de comprimento, no lazer às brincadeiras. Seu desenvolvimento está ligado à pesquisa, ao argumento, ao interesse por descobrir o novo e investigar situações. Com intuito de estimular esses aprendizados, as professoras EMEB Pioneiro Marcelino Stoeberl Josiane Carine Kwistchal e Tainara Mendes desenvolveram o “Jogo da Barata”. A iniciativa vem auxiliando os alunos do pré 1 e 2 a associarem as imagens de numeral e quantidade para a compreensão da função social do número.

Segundo Josiane Carine Kwistchal, quando se é pensado na disciplina o desejo é fomentar o ensino de uma forma lúdica e dinâmica. De modo geral, as crianças gostam da disciplina, porque o aprendizado é associado a questões concretas. Mas depois, quando estudam conteúdos complexos, podem perder o interesse. “Tentamos deixar as aulas bem divertidas para que os alunos possam associar desde crianças a matemática como algo positivo, pois só assim a compreensão se tornará mais fácil nos próximos anos”, conta.

Mais do que uma simples aula de matemática, a proposta da atividade foi despertar as aptidões dos alunos. Com baratas confeccionadas em cartaz espalhadas no tapete, as professoras sorteavam as quantidades para que as crianças realizassem a contagem acertando na barata que continha o numeral da quantidade sorteada. Para reconhecimento do jogo, os alunos jogavam individualmente e depois em duplas sendo vencedor quem conseguisse acertar na barata o resultado correto primeiro. “Não é apenas um jogo, os alunos se desafiam a colocar em prática seu aprendizado o mais rápido possível”, complementa a professora Tainara Mendes.

O jogo ainda mostrou aos alunos a importância em ser ativos no processo de aprendizagem. “A recepção com esse trabalho foi bem grande, eles estavam bem engajados em não errar os resultados e quando acontecia queriam entender o motivo”, conta Josiane. “Muitos criavam até estratégias, desenvolvendo o raciocínio, para ter mais segurança nos cálculos, reconhecendo assim a sua capacidade”.

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