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Rio Negrinho passa a contar com mapa de setorização de riscos

A entrega do Mapa de Setorização de Riscos foi feito nesta semana ao prefeito Julio Ronconi pelo coordenador regional da Defesa Civil, Antonio Edival Pereira
06/07/2018 10:27

Rio Negrinho passa a contar com uma nova ferramenta de prevenção contra desastres naturais. A entrega do Mapa de Setorização de Riscos foi feito nesta semana ao prefeito Julio Ronconi pelo coordenador regional da Defesa Civil, Antonio Edival Pereira. Com coordenação da Defesa Civil e da Secretaria de Estado do Planejamento (SPG), o trabalho foi desenvolvido nos últimos seis meses por técnicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) e resultou na identificação das áreas suscetíveis à inundação e à movimentação de massa em 100% em Rio Negrinho.

O Mapa de Setorização é apenas a primeira parte do diagnóstico de risco a ser desenvolvido em toda Santa Cataraina. O convênio entre Governo de SC e CPRM conta com investimento de R$ 4,7 milhões e ainda compreende a elaboração e a entrega de cartas de suscetibilidade, mapeamento de Perigo e Risco baseado na metodologia desenvolvida com o governo japonês no Projeto Gides (Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos e Desastres) e modelagem de suscetibilidade.

Para o prefeito, o trabalho irá contribuir e muito com a prevenção contra desastres naturais, além de auxiliar também na elaboração do Plano de Macrodrenagem, que indicará quais medidas podem ser tomadas para minimizar os problemas de cheias na cidade. A entrega do material foi ainda acompanhada pela secretária de Planejamento Marlete Schroeder, pelo coordenador da Defesa Civil de Rio Negrinho Celso Bona, e pelo tenente Leonardo Ardigó, comandante do Corpo de Bombeiros.

A identificação dos riscos geológicos e hidrológicos, especialmente em áreas habitadas, permitirá a ação preventiva, que pode ocorrer por meio da incorporação das informações nos planos diretores evitando ocupações irregulares, bem como a possibilidade, em áreas de risco já habitadas, de emitir alertas mais precisos, protegendo a vida da população.

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